quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Até quando a criança deve acreditar no Papai Noel?

Seu filho já está ansioso pela chegada do Papai Noel? Pois saiba que, até os 7 anos, essa será uma espera comum na sua casa durante o mês de dezembro. A crença está relacionada à fantasia, tão comum às crianças dessa idade, como explica a psicóloga Márcia Ferreira. “Até os 5 anos não existe uma diferenciação muito clara do que é verdade e ficção. E é isso que dá vida aos rituais”, diz.

No entanto, não se espante se por volta desta idade seu filho começar a questioná-lo sobre o Papai Noel. “Eu sei que é o meu tio fantasiado!” ou dizer que ouviu dos primos ou dos irmãos mais velhos que o bom velhinho, na verdade, não existe, pode ser mais constante. “A partir dos 5 anos, as crianças ainda querem acreditar, mas já começam a perceber que o Papai Noel não vem em um trenó puxado por renas, e também questionam como seria possível uma única pessoa entregar presentes no mundo todo”, explica Márcia.

Ou seja, seu filho já começa a desvendar o mistério, mas no fundo, ainda aguarda o presente do Papai Noel. “Parar de acreditar é um processo pelo qual a criança passa naturalmente. Dificilmente os pais vão precisar contar para o filho que o bom velhinho não existe de verdade”, diz a psicóloga. Mas, e quando isso não acontece? Apesar de não ser freqüente, nesse caso os pais precisarão ajudar na descoberta. De acordo com a psicóloga, a partir dos 7 ou 8 anos, a noção de realidade da criança já está mais clara.


SITE Revista CRESCER

sábado, 5 de novembro de 2011

Socorro! 2012 chegandoooooooooo.

Mês de outubro acabou, novembro começou, o Natal está aí batendo na porta, 2012 só xeretando e eu me questiono MEOOOOOO DEUSSSSSSSSS, QUANDO TEREI TEMPO PARA MIM?? (ri alto..)

O mês de outubro foi um mês bem alegria. Meus tesouros 1 e 2 fazem aniversário neste mês. Renata completou seus 13 aninhos dia 07 e meu maridão chegou ao motor 3.9, dia 18.
Além de ser um mês bem festivo, começamos a fazer a lista de afazeres e programação da viagem de férias.
E confesso: não vejo a hora das férias chegarem. Sabe quando a tua mente já não trabalha mais?? É assim que me sinto, com a mente cansadérrima pedindo férias, mas como tem um ditado de um amigo meu que diz mais ou menos assim, "empresa não tem coração, tem CNPJ!!!", sigo trabalhando à mil por hora.
Para completar maridão teve que fazer uma viagem e vai ficar longe da gente, por pelo menos, 1 mês e 15 dias. Aí já deu para notar que estou sendo pãe durante estes dias e que a correria tá demais que to sem tempo para postar por aqui.
Para não ficar tão cansativo contratei uma Van que leva as meninas na escola, aí fico mais despreocupada e vou pro trabalho sossegada.
Vocês não têm noção de como sinto falta da ajuda do maridex... ele me ajuda demais, eu praticamente não me preocupo com nada. Volta logo amorrrrrrrrrrrr.
E como citei anteriormente estamos na programação das férias, mas é para outro post. Volto aqui para contar.
bjs meninas.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Vocabulário Feminino

Se eu tivesse que escolher uma palavra - apenas uma - para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas: descomplicar. Depois de infinitas (e imensas)conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho. Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos - e merecemos - ter.

Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna.

Amizade, por exemplo. Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas. Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes - isso, sim, faz bem para a pele. Para a alma, então, nem se fala. Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez
(desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar.

E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: pausa e silêncio. Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia - não importa - e a
ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso.

Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir. Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada. Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada - faça qualquer coisa, mas ria. O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.

Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha. Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: gentileza.

Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada. Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir.

Resgate aquele
velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia.

E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar.

Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Richard Gere... sonhar é quase fazer acontecer. Sonhe até que aconteça. E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma.

E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra perfeição. O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres.

Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada felicidade fica muito mais possível.

Leila Ferreira

Mulheres: Por que não fácil entendê-las? rs*












quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Graça nas cadeiras da cozinha

Uma boa solução para não se desfazer das suas queridas cadeiras. Para quem sabe costurar então, é uma ótima opção.






Nem sempre as
cadeiras, já desgastadas, precisam ser substituídas por novas. Nesta cozinha, a solução foi cobrí-las com capas de tecido. Com estampas diferentes, elas têm as barras de bordado inglês em comum.
Casa e Jardim

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Inspiração: Jardim de inverno

Para quem não tem muito espaço em casa ou mora em apartamento e gosta de cultivar plantas há a opção de construir um jardim de inverno. Ele traz encanto e vida para o seu apê ou casa, garantindo assim a beleza natural do seu espaço.

Pesquisando pela blogosfera achei muitos Jardins de inverno fofos. Els podem ser construídos embaixo da escada, na varada d seu apartamento, ou num espaço que você não utilize tanto.

Imagem: Eduardo Luppi

Imagem: Cultura mix

Imagens: Chic decó

Olhando estas belas imagens, dá uma baita vontade de cuidar mais das minhas plantinhas. beijos

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Luna em nossas vidas

No finalzinho do post em que eu conto a perda de uma das cadelinhas mais fofas e mais inteligentes que tivemos eu falo que demoraria muito para adquirirmos mais um cãozinho pra casa.
Pelo jeito, não demorou tanto. rsrsrs Ana Luiza e Renata começaram fazendo campanha para comprarmos um cachorro e ficamos na dúvida cruel se um grande ou um pequeno. Poodle eu não queria porque sofreria demais lembrando da Lolly, já que a gente se apega tanto a um serzinho lindo destes e um dia ele se vai como todos nós. E ver um cachorro parecido seria uma tortura sem fim para mim.
Acontece que no domingo pela manhã, minha massagista chegou na casa da minha sogra com um cofap e as meninas logo começaram a pedir um. Ana Cláudia informou que um rapaz estava vendendo um da raça Pinscher. Meu marido ligou na mesma hora pro rapaz e combinou de irmos lá. Detalhe: uns 30 km da nossa casa.
Ontem ao sair do trabalho fomos lá e para nosso deleite, nos apaixonamos pela Luna que resolvemos comprá-la. Ela completa dois meses hoje, mas é tão gostosinha, tão carinhosa, tão pequenina que Ana Luiza e Renata não param de brigar pela atenção da cadelinha.
Hoje levamos ela para vacinar, tomar banho e vermifugar no veterinário.
Estamos todos babando pela Luna.

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