segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

O poder do cérebro -Paulo Niemeyer Filho

Parte da entrevista do neurocirurgião Paulo Niemeyer Filho, a revista PODER.

O que fazer para melhorar o cérebro ?


Você tem de tratar do espírito. Precisa estar feliz, de bem com a vida, fazer exercício. Se está deprimido, reclamando de tudo, com a autoestima baixa, a primeira coisa que acontece é a memória ir embora; 90% das queixas de falta de memória são por depressão, desencanto, desestímulo. Para o cérebro funcionar melhor, você tem de ter alegria. Acordar de manhã e ter desejo de fazer alguma coisa, ter prazer no que está fazendo e ter a autoestima no ponto.

PODER: Cabeça tem a ver com alma?

PN: Eu acredito que a alma está na cabeça. Quando um doente está com morte cerebral, você tem a impressão de que ele já está sem alma... Isso não dá para explicar, o coração está batendo, mas ele não está mais vivo. Isto comprova que os sentimentos se originam no cérebro e não no coração.

PODER: O que se pode fazer para se prevenir de doenças neurológicas?

PN: Todo adulto deve incluir no check-up uma investigação cerebral. Vou dar um exemplo: os aneurismas cerebrais têm uma mortalidade de 50% quando rompem, não importa o tratamento. Dos 50% que não morrem, 30% vão ter uma sequela grave: ficar sem falar ou ter uma paralisia. Só 20% ficam bem. Agora, se você encontra o aneurisma num checkup, antes dele sangrar, tem o risco do tratamento, que é de 2%, 3%. É uma doença muito grave, que pode ser prevenida com um check-up.

PODER: Você acha que a vida moderna atrapalha?

PN: Não, eu acho a vida moderna uma maravilha. A vida na Idade Média era um horror. As pessoas morriam de doenças que hoje são banais de ser tratadas. O sofrimento era muito maior. As pessoas morriam em casa com dor. Hoje existem remédios fortíssimos, ninguém mais tem dor.

PODER: Existe algum inimigo do bom funcionamento do cérebro?

PN: Todo exagero.
Na bebida, nas drogas, na comida, no mau humor, nas reclamações da vida, nos sonhos, na arrogância,etc.
O cérebro tem de ser bem tratado como o corpo. Uma coisa depende da outra.
É muito difícil um cérebro muito bom num corpo muito maltratado, e vice-versa.

PODER: Qual a evolução que você imagina para a neurocirurgia?

PN: Até agora a gente trata das deformidades que a doença causa, mas acho que vamos entrar numa fase de reparação do funcionamento cerebral, cirurgia genética, que serão cirurgias com introdução de cateter, colocação de partículas de nanotecnologia, em que você vai entrar na célula, com partículas que carregam dentro delas um remédio que vai matar aquela célula doente que te faz infeliz. Daqui a 50 anos ninguém mais vai precisar abrir a cabeça.

PODER: Você acha que nós somos a última geração que vai envelhecer?

PN: Acho que vamos morrer igual, mas vamos envelhecer menos. As pessoas irão bem até morrer. É isso que a gente espera. Ninguém quer a decadência da velhice. Se você puder ir bem mentalmente ,com saúde, e bom aspecto, até o dia da morte, será uma maravilha.

PODER: Hoje a gente lida com o tempo de uma forma completamente diferente. Você acha que isso muda o funcionamento cerebral das pessoas?

PN: O cérebro vai se adaptando aos estímulos que recebe, e às necessidades. Você vê pais reclamando que os filhos não saem da internet, mas eles têm de fazer isso porque o cérebro hoje vai funcionar nessa rapidez. Ele tem de entrar nesse clique, porque senão vai ficar para trás. Isso faz parte do mundo em que a gente vive e o cérebro vai correndo atrás, se adaptando.

Você acredita em Deus?

PN: Geralmente depois de dez horas de cirurgia, aquele estresse, aquela adrenalina toda, quando acabamos de operar, vai até a família e diz:

"Ele está salvo".

Aí, a família olha pra você e diz:


"Graças a Deus!".

Então, a gente acredita que não fomos apenas nós, que existe algo mais independente de religião.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Voltando aos poucos...

Olá meninas.

Sei que deixei um pouco de lado este cantinho que amo, mas estive de férias desde o dia 17 de dezembro e retornei à ativa, somente, há uma semana. Ainda estive desarrumando as malas depois de viajar por vinte dias, numa aventura louca, que depois posto aqui como foi.
Bom de volta ao meu cantinho pretendo mudar o layout, as cores... já que adoro mudança e não consigo deixar nada do mesmo jeito pot tanto tempo. E por falar em mudança, 2012 para mim e minha família será uma ano de mudanças...em todos os sentidos...mudança pessoal, espiritual e profissional.#DeusnoComando.
Deixando um alô aqui, mas voltando devagar com as novidades.
beijossss

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Até quando a criança deve acreditar no Papai Noel?

Seu filho já está ansioso pela chegada do Papai Noel? Pois saiba que, até os 7 anos, essa será uma espera comum na sua casa durante o mês de dezembro. A crença está relacionada à fantasia, tão comum às crianças dessa idade, como explica a psicóloga Márcia Ferreira. “Até os 5 anos não existe uma diferenciação muito clara do que é verdade e ficção. E é isso que dá vida aos rituais”, diz.

No entanto, não se espante se por volta desta idade seu filho começar a questioná-lo sobre o Papai Noel. “Eu sei que é o meu tio fantasiado!” ou dizer que ouviu dos primos ou dos irmãos mais velhos que o bom velhinho, na verdade, não existe, pode ser mais constante. “A partir dos 5 anos, as crianças ainda querem acreditar, mas já começam a perceber que o Papai Noel não vem em um trenó puxado por renas, e também questionam como seria possível uma única pessoa entregar presentes no mundo todo”, explica Márcia.

Ou seja, seu filho já começa a desvendar o mistério, mas no fundo, ainda aguarda o presente do Papai Noel. “Parar de acreditar é um processo pelo qual a criança passa naturalmente. Dificilmente os pais vão precisar contar para o filho que o bom velhinho não existe de verdade”, diz a psicóloga. Mas, e quando isso não acontece? Apesar de não ser freqüente, nesse caso os pais precisarão ajudar na descoberta. De acordo com a psicóloga, a partir dos 7 ou 8 anos, a noção de realidade da criança já está mais clara.


SITE Revista CRESCER

sábado, 5 de novembro de 2011

Socorro! 2012 chegandoooooooooo.

Mês de outubro acabou, novembro começou, o Natal está aí batendo na porta, 2012 só xeretando e eu me questiono MEOOOOOO DEUSSSSSSSSS, QUANDO TEREI TEMPO PARA MIM?? (ri alto..)

O mês de outubro foi um mês bem alegria. Meus tesouros 1 e 2 fazem aniversário neste mês. Renata completou seus 13 aninhos dia 07 e meu maridão chegou ao motor 3.9, dia 18.
Além de ser um mês bem festivo, começamos a fazer a lista de afazeres e programação da viagem de férias.
E confesso: não vejo a hora das férias chegarem. Sabe quando a tua mente já não trabalha mais?? É assim que me sinto, com a mente cansadérrima pedindo férias, mas como tem um ditado de um amigo meu que diz mais ou menos assim, "empresa não tem coração, tem CNPJ!!!", sigo trabalhando à mil por hora.
Para completar maridão teve que fazer uma viagem e vai ficar longe da gente, por pelo menos, 1 mês e 15 dias. Aí já deu para notar que estou sendo pãe durante estes dias e que a correria tá demais que to sem tempo para postar por aqui.
Para não ficar tão cansativo contratei uma Van que leva as meninas na escola, aí fico mais despreocupada e vou pro trabalho sossegada.
Vocês não têm noção de como sinto falta da ajuda do maridex... ele me ajuda demais, eu praticamente não me preocupo com nada. Volta logo amorrrrrrrrrrrr.
E como citei anteriormente estamos na programação das férias, mas é para outro post. Volto aqui para contar.
bjs meninas.

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