quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Birra: a hora de dizer não para a criança


"Estou passando por esta fase."


Nem sempre é fácil lidar com os escândalos protagonizados pelas crianças, mas os especialistas garantem: pais que sabem dizer não e sustentam essa posição têm mais chances de ajudar os filhos a lidar com as frustrações e ter uma vida mais feliz.
Por Angela Senra
Tudo começa com um chorinho quando o bebê não consegue satisfazer seus desejos – subir na mesa, pegar o controle remoto, não devolver o brinquedo do irmãzinho. Mas o primeiro mandamento para lidar com a birra infantil é não se desesperar. Gritar e perder o controle só reforça esse tipo de comportamento da criança, que entende a sua reação como parecida com a dela. Quando o pequeno percebe que conseguiu tirá-la do controle e chamou a sua atenção, desconfia que você acabará cedendo, especialmente se estiverem em público. E, aí, salve-se quem puder.

Segundo a psicanalista infantil e familiar Anne Lise Scappaticci, de São Paulo, desde muito cedo as crianças aprendem a arte da manipulação. “Da mesma maneira que sabem que agradam quando são boazinhas, percebem que podem usar a birra para conseguir o que desejam”, diz.

A teima faz parte do comportamento infantil, como uma tentativa de a criança demonstrar certa independência e expressar suas vontades. E aparece por volta de 1 ano e meio de idade.

Quando a criança tenta conseguir o que quer através de showzinhos, a dica é dar um pouco de atenção, sem estender a bronca por horas. Você pode dizer que esse “não” é o jeito de conseguir o que ela quer e por causa disso não vai ter mesmo. E não fique assistindo ao espetáculo, a menos que a criança esteja se debatendo e corra o risco de se machucar.

“Nesses casos, aconselho a abraçá-la e ir conversando até ela se acalmar”, afirma Anne Lise. Se o incidente ocorreu numa festa de aniversário, por exemplo, assim que cessar, volte para casa. Depois de um escândalo como esse, a criança não pode ser recompensada com diversão.

Segundo Vera Iaconelli, psicanalista e coordenadora do Gerar – Instituto de Psicologia Perinantal, se o ataque for muito intenso e você estiver no shopping ou no parque, vale levá-la até o carro para se acalmar e, se for o caso, nem retornar. O problema é acabar com o programa dos irmãos ou da família toda. O ideal é tirá-la do local e mostrar que a birra não levará a nada, que você não mudará de ideia.

“Quando os pais aprendem a lidar com o filho, as birras diminuem. Depois de uma ou duas vezes, ele aprende que a teimosia não adianta e para de insistir. Se isso não acontece, é porque a criança descobriu que fazer cena funciona e ela sempre ganha a parada”, diz Vera.

A maneira de lidar com esses conflitos é decisiva. “Os pais precisam ser firmes, mesmo que o filho chore e fique com raiva deles. Se cedem a cada vez que ele fica desapontado, acabam criando uma pessoa que não suporta a frustração, tem dificuldades de relacionamento e fica malvista pelos amigos, que muitas vezes se afastam”, alerta Anne Lise.

Créditos: Bebe.com.br

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Um jardim para chamar de meu...

Esse é da série: EU QUERO UM DESSE PARA MIM...















Sou louca por jardim, natureza, pássaros, verde...

E em busca de um modelo de jardim para eu me inspirar encontrei estes na net. Lindos!

Quero integrar minha varanda ao jardim e deixá-lo bem aconchegante.







As imagens(FONTE:Google) falam por si!

sexta-feira, 30 de julho de 2010

VIAJAR É BOM DEMAIS...EM FAMÌLIA ENTÃO...


Das muitas coisas boas desta vida, uma delas é viajar. Amo de paixão viajar e não vejo a hora das férias chegarem.

“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”

Amyr Klink

quarta-feira, 28 de julho de 2010

10 perguntas sobre palmada


Violência não é a melhor saída para impor limites. Veja como educar as crianças sem perder a razão


Se você acha que um tapa no seu filho vai fazer com que ele aprenda sobre limites e respeito, mude de atitude já! A seguir, veja respostas para as dúvidas mais comuns sobre o assunto e, ainda, opções que vão além da palmada para impor limites mesmo nos momentos mais difíceis.
1 - O tapinha carinhoso deve ser considerado agressão?
O contato físico entre filhos e pais é fundamental. Nesse caso, você deve ter bom senso e analisar a situação. O tapa representa uma violência, a criança sente dor. Se esse for o caso, o tapa deve ser considerado uma agressão. Do contrário, se o contato faz parte de uma brincadeira, é leve e não incomoda, tudo bem. Mas o tapa pode ser um gesto mandatório e nem sempre os adultos percebem a força exercida. Na dúvida, não faça.
2 - O que a criança sente quando está apanhando?
Depende da idade. De um modo geral, a criança se sente agredida e não consegue relacionar o motivo da violência ao que fez para provocar aquilo. Ele sente medo e isso pode gerar traumas, afinal, ela está apanhando por um motivo não compreendido.
3 - Como a palmada se forma na memória do adulto?
Ninguém tem lembranças boas de um tapa. Mas como ele vai ser registrado na memória definitiva, varia de acordo com o vínculo afetivo estabelecido com os pais.
4 – Nesse caso, a palmada pode se transformar em algo aceitável, ou seja, um valor da família?
Sim. Antigamente, a palmada era usada como instrumento de educação de forma habitual. Dessa forma, o adulto pode entender que só é possível educar dessa forma, transmitindo os valores de violência e agressão para futuras gerações.
5 - Na minha casa, fui criado à base de palmada e hoje não tenho traumas. Por que, então, ela pode ser prejudicial ao meu filho?
Se você pensar dessa forma, deve voltar a assistir TV em preto e branco, andar com carros antigos, usar as roupas fora de moda. O mundo evoluiu em todos os sentidos, principalmente na forma de educar, que é a base da sociedade. Além disso, é impossível prever como um tapa será recebido por uma pessoa. Há quem seja mais tolerante e outros que sofram mais. Quem vai querer pagar para ver se isso causará problemas no filho, se existem outras maneiras de educar?
6 - Por que bater não educa?
Quando o adulto bate no filho, ele está reconhecendo que ficou impotente diante da atitude da criança. Mostra claramente que perdeu o controle de si mesmo e a agressão passa a ser a única maneira de manter a autoridade. A força física de um adulto é maior e se amplia nos momentos de raiva. Testar os limites dos pais é um comportamento típico que faz parte do aprendizado da convivência em família. Embora não seja fácil, os adultos devem lidar com as manhas com carinho e desenvolver a capacidade de dialogar e explicar as coisas para a criança sem violência. Afinal, ela é capaz de entender mais do que se imagina. Além disso, depois de bater muitos pais se arrependem. Essa atitude contraditória não é positiva para a criança.
7 - Quais são as consequências da palmada para vida da criança?
Em primeiro lugar, a criança primeiro não entende por que está apanhando. Pode sentir raiva do adulto e aprender que a força é um meio aceitável de conseguir o que quer. Além disso, para descontar o tapa que levou dos pais, vai bater nos amiguinhos. O adulto não tem moral para dizer que isso é errado, as referências da criança ficam, portanto, confusas. Para piorar, após a agressão, ela vai remoer coisas antigas, trazer à tona mágoas de quem o agrediu e até mesmo querer se afastar do agressor.
8 – Ela pode, ainda, ter outros problemas no futuro?
Sim. A criança que apanha também pode ter dificuldades para respeitar autoridades e receber ordens, já que era controlada pela força física. Ela obedecia para não apanhar ou somente depois de levar uns tapas. Assim, na ausência do castigo físico, perde as referências de até onde pode ir.
9 - Como agir em situações em que as crianças tiram os pais do sério ou ultrapassam limites, como birras e escândalos em lugares públicos?
A questão é colocar os limites claramente para as crianças antes, conhecer bem os seus filhos. Tapas não são capazes de corrigir as falhas na educação. O diálogo, a explicação de que aquilo não é certo, com carinho, é mais eficiente. Pois, dessa forma, a criança compreende melhor. O tapa só vai estancar uma ação que provavelmente irá se repetir.
10 – Em vez de bater, tem problema gritar com a criança?
Sim. Substituir os tapas por gritos também não adianta. É um tipo de agressão verbal, por isso, tem praticamente o mesmo efeito da violência física.

Fonte: Kátia Teixeira, psicóloga da clínica EDAC (SP), Cacilda Paranhos, especialista contra a violência infantil do Laboratório de Estudos da Criança (Lacri), do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP)


Carinho da mãe na infância ajuda na vida adulta, diz pesquisa

Um estudo feito nos Estados Unidos indica que pessoas que recebem carinho em abundância de suas mães quando bebês são mais capazes de lidar com as pressões da vida adulta.
A pesquisa, divulgada pela publicação científica Journal of Epidemiology and Community Health, foi feita com 482 moradores do Estado americano de Rhode Island (nordeste do país) que foram avaliados quando crianças e na vida adulta.
Os cientistas disseram que os abraços, beijos e declarações de afeto da mãe aparentemente têm efeito em longo prazo e tendem a gerar um vínculo sólido com o bebê, contribuindo para a saúde emocional das pessoas.
Segundo os pesquisadores, o vínculo sólido entre mãe e bebê não apenas diminui o estresse da criança como também a ajuda a desenvolver recursos que a auxiliarão em suas interações sociais e na vida de maneira geral.
Interação
Como parte do estudo, psicólogos avaliaram a qualidade das interações entre mães e seu bebê de oito meses durante uma consulta de rotina.
O psicólogo analisou quão bem a mãe respondia às emoções e necessidades da criança, atribuindo uma "nota de afeição" à mãe baseada nas características da interação.
Do total de 482 casos, uma em cada dez mães apresentou níveis baixos de afeição em relação ao bebê.
A maioria (85%, ou 409 mães) demonstrou níveis normais de afeição, e 6% (27) mostraram níveis bastante altos.
Trinta anos mais tarde, os pesquisadores entraram em contato com as crianças, agora adultos, e as convidaram a participar de uma pesquisa sobre seu bem-estar e emoções.
Eles preencheram questionários que incluíam perguntas sobre sintomas específicos, como ansiedade e hostilidade, e também sobre níveis gerais de estresse.
Também foi perguntado aos participantes se eles achavam que suas mães tinham lhes dado afeto, com respostas variando entre "concordo enfaticamente" e "discordo enfaticamente".
Ao analisar os dados, os pesquisadores verificaram que as crianças cujas mães se mostraram mais afetuosas aos oito meses de idade apresentavam os menores índices de ansiedade, hostilidade e perturbação geral.
Houve mais de sete pontos de diferença nos índices de ansiedade entre os participantes cujas mães haviam mostrado níveis baixos ou normais de afetividade e aqueles cujas mães mostraram níveis altos de afetividade.
A equipe de pesquisadores concluiu que crianças que receberam grandes doses de afeição das mães se revelaram mais capazes de lidar com todos os tipos de estresse.
Em particular, participantes cujas mães eram calorosas pareceram lidar melhor com a ansiedade do que os que tinham mães frias.
"É surpreendente que uma observação rápida do calor maternal na infância esteja associada com perturbações nos filhos 30 anos mais tarde", disseram os autores do estudo.
A equipe acrescenta, no entanto, que a influência de outros fatores, como personalidade, criação e escolaridade, não pode ser excluída.
Sintonia
Especialistas ressaltam, no entanto, que é importante saber quando parar: o excesso de afeto maternal, especialmente se a criança já está mais crescida, pode ser perturbador e embaraçoso para ela.
A psicóloga e escritora Terri Apter, da faculdade Newnham College, na cidade de Cambridge, na Inglaterra, estudou os efeitos dos relacionamentos entre mãe e criança e disse que é importante para a mãe ser receptiva ao bebê, além de lhe dar afeto.
"Bebês não nasceram sabendo como regular suas emoções. Eles aprendem ao ficar estressados e ser acalmados."
"E uma mãe receptiva vai perceber as pistas e saber quando a criança já recebeu o suficiente".
Ou seja, vai saber não apenas quando dar carinho e quando parar, concluiu Apter.

Manter-se ativo é receita de qualidade de vida

A única certeza que temos na vida, e pela qual lutamos durante toda ela, é o envelhecimento, pois, quem o conhece, conheceu a vida. Esse longo processo traz transformações físicas, sociais e intelectuais as mais variadas e, de todas, a progressiva perda da capacidade de realizar tarefas talvez seja a mais evidente. As alterações fisiológicas que ocorrem com o envelhecimento são bastante estudadas e bem compreendidas. Sabe-se que a partir dos 30 anos, principalmente, começamos a perder qualidade em nossas capacidades físicas básicas, processo esse irreversível. Assim, nos tornaremos menos velozes, resistentes, flexíveis, fortes, sem equilíbrio e mais descoordenados, condições que tornam tarefas simples de antigamente em fardos difíceis de serem carregados. Seria esse o fim da linha? Seguramente não. Atualmente, a ciência moderna vem mostrando que todo esse processo, embora irreversível, pode ser minimizado por meio de treinamento específico, a mesma especificidade utilizada para treinar grandes e jovens campeões. É com o treinamento que devolvemos a coordenação e o equilíbrio, indispensáveis para as mudanças de direção durante os passeios, conquistamos a força necessária para as tarefas do cotidiano, a flexibilidade exigida para adaptar-se às diversas posições, sentado no conforto da poltrona em casa ou no desconforto de uma sala de espera e a resistência para acompanhar as caminhadas daqueles que se julgam mais jovens, mas nem sempre o são. Todas as qualidades físicas básicas podem e devem ser treinadas em todas as idades, principalmente para aqueles que estimam a liberdade de movimentos. Manter-se ativo durante toda a vida, e quando a velhice se aproxima, é a receita para uma melhor qualidade de vida. Conseguimos tirar o máximo que o organismo tem a nos oferecer e ele é bastante generoso em sua recompensa, diminuindo a depressão, facilitando o controle de peso, mantendo, e por vezes aumentando, a massa mineral óssea e muscular, entre outros. Mantendo-se ativo não há porque temer a sucessão dos dias. Manter-se ativo é tirar o máximo daquilo que a vida pode nos oferecer. (Folha)

terça-feira, 8 de junho de 2010

Arraiá Renata- 05/06/2010 - Só alegria e muito calorr

Todos os meus amigos e familiares sabem que o mês que mais amo é junho. Apesar de ter perdido uma das pessoas mais importantes da minha vida, ainda gosto muito deste mês, mesmo abrindo a lacuna do dia 12/06(dia em que perdi meu pai).


Junho é mês de festa, de alegria e para me presentear Deus me deu uma filha neste mês. Ana Luiza faz aniversário em 25 de junho.



Bom para começar o mês, a festa junina da escola da minha primogênita foi dia 05 e foi linda. Sou suspeita em falar mas ela estava estonteantemente e maravilhosamente LINDA DE VIVER!!! O tema da dança dela este ano foi Anos 60. Foi a apresentação mais cute da noite. Renata ama dançar e estava se sentindo 'a própria' nesta noite.

Ana Luiza cobrou muitos ciúmes da irmã e reclamava porque estávamos dando atenção só para a Renata kkkkkkkkkkkkk 'Mãe éga Aninha', 'vete ôpa', 'Aninha tabém' - traduzindo: Mãe carrega Aninha; Veste roupa, Aninha também....kkkkkkkkkkkkk Foi o dia de chororô até chegarmos na festa e o ciúmes mudar de foco. Era a Rê sair com as amiguinhas e Ana começar a chamar a irmã: 'Lata vem cá!!!'
Chegamos na AABB às 18:30h e fazia muito calor, nas fotos dá para perceber que o calor estava de matar. É um espaço bem grande, mas quente demais. Não víamos a hora da festa acabar, já que a dança da Rê era a penúltima. Valeu a pena esperar. A garotada deu um show!!! Já começamos o mês com muita festa. Para completar é mês de Copa do Mundo né...Espero que o Brasil colabore hehehehe





Mais fotos:
Minha sogra e Renata

Yasmim e Renata



Camila e Renata(primas inseparáveis)
Regina(dinda da Ana) e Re

Final do mês tem a festa de 2 aninhos da Ana Luiza. Assunto para outro post.




beijossssss

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